pecado.

quinta-feira, novembro 27, 2008


alimentavam-se das histórias alheias, do que supunham adivinhar num olhar, num gesto.
escrevi eu por aqui um dia destes. dei-te isto a ler. o desafio velado. esquadrinhas bem alguém. de certeza. pelo que diz. ou faz. o desafio directo. então lê-me. o que viste tu nas linhas do meu rosto hoje? (d)escrevi-te. isto. e isto. e mais aquilo. e talvez isto. assustador, disseste tu. assustador? sim. certo. e certo. e certo. e reparas na mais pequena palavra. é a vantagem, de se ser uma boa ouvinte, respondi eu. (ou uma falante tímida, esqueci-me de acrescentar). então tenho de ter muito cuidado com o que digo. não precisas, respondi. eu não sou má pessoa.

[mas não te confessei. o meu maior pecado. que é sorver(-te) as palavras. e surripiá-las para aqui].

1 comentários:

aoutrarua@gmail.com disse...

O bom de contarmos histórias alheias, é q quando queremos contar a nossa não nos sobram palavras... E não nos resta senão vivê-la... ;-)