Avançar para o conteúdo principal

into the wild. into ourselves.

comecei a vê-lo carregada de cepticismo :) ... acabei a lacrimejar ... fascinou-me tanto que foi dos primeiros filmes que pus na lista aqui ao lado.
há uma frase, quase no final, que me encantou. não a encontro nas citações, não a encontro em lado nenhum, acho que terei de ver novamente o filme para a (re)conhecer. talvez seja melhor assim.
um amigo lembrou-me há 3 dias do encanto da banda sonora deste filme (obrigada Jota) e desde então que estas músicas me perseguem.

when you want more than you have, you think you need...

late at night I hear the trees, they're singing with the dead / Overhead...

there’s a big / a big hard sun / beating on the big people / in the big hard world ...



God's place is not all that we need, Christopher. you realised it. but just a second too late.

Comentários

Anónimo disse…
foi um dos filmes que tentei ver em 2007. já há muito que ouvia falar do projecto do sean penn mas faltou qualquer coisa. e nunca vi o filme.

ouvi a banda sonora.

uma viagem a descobrir dentro de uma outra viagem.

João
osdiasdasnoites.

Mensagens populares deste blogue

as palavras. (VII)

sozinha no [meu] sossego do quarto sinto as palavras a redemoinhar à minha volta. vou-as apanhando uma a uma, aconchegando-as em ramalhetes simples, o mais simples possível. chamam-me da sala, onde as palavras dos outros me fazem, por momentos, esquecer a ordem das minhas. pego na caneta e só consigo escrever [vazio]. ponho as minhas coisas debaixo do braço e a meio do corredor já as sinto [às palavras], em pézinhos de lã, a voltarem comigo [para mim].

chave.

procuro a chave do baú pelas gavetas da escrivaninha. sempre escondi as coisas que me resguardam nos sítios mais improváveis. tão incertos que nem eu própria lhes encontro o rasto. a calma transforma-se em ânsia. os dedos inquietos amarfanham, abrem, reviram, retorcem. encontro-a no meio de clips coloridos. tão habilmente escondida. ou tão banal(izada) como eles. clic. rodo-a no cadeado. desliza muito mais ligeira do que os meus sentidos. inspiro. das colunas sai a thunder road em repeat mode: you can hide 'neath your covers, and study your pain, make crosses from your lovers, throw roses in the rain . expiro. e abro a tampa. só queria guardar as coisas que me ficaram de ti. o primeiro batimento cardíaco precipitado. a primeira palavra surpreendida. a primeira nudez envergonhada. (as últimas já não me pertencem. as últimas não pertencem a ninguém). ali. num instante fico rodeada de sorrisos amarelecidos e palavras rasgadas. there were ghosts in the eyes, of all the boys you sent a...

feliz.na.vida[d].

e ... eis que este blog também adere à animação versão natalícia lançada pela thunderlady . e só apareço aqui assim, porque a rapunzel diz que é a minha spitting image : um cachecol ou lenço, a máquina sempre por perto. e os livros (conheço pelo menos uma pessoa que acharia que o mundo estava a acabar se eu não tivesse um livro) perguntam vocês? lembram-se de falar não há muito tempo de embrulhos de cantos muito regulares que deixavam adivinhar o que continham? ah pois. hoje já recebi o primeiro. e inesperado. [thanks ;)]. se a imagem pudesse falar desejar-vos-ia felicidade. hoje, amanhã, no natal, no próximo ano. como não pode, desejo-vos eu por escrito :)