Avançar para o conteúdo principal

sauda.de.


saudade
< Lat. solitate, com influência de saudar
s. f., lembrança triste e suave de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de as tornar a ver ou a possuir; nostalgia.






acho que sempre tive saudades tuas.
mesmo quando não me lembrava de ti.

Comentários

Rapunzel disse…
taoooooooooooo fofoooooooooooooooooooooooooooooo

ups...este tb era pra passar despercebido e eu não comentar?! Sorry! *assobio*
bf disse…
melhor visão do que o...
Of course I miss you and I miss you bad,
but I also felt this way, when I was still with you
Brida disse…
rapunzela,
mas há alguma coisa que possa passar por ti sem reparares? :P

bf,
definitivamente esse tipo de saudade é muito muito pior.
Anónimo disse…
nunca quis escrever sobre a saudade. não consigo.

nunca encontro as palavras. in. certas.

um abraço.

joao.
osdiasdasnoites
Anónimo disse…
Saudades antes de te conhecer. mais agora que te conheço... és capaz de gostar da música que postei há pouco... ;-)
Teresa Coutinho disse…
As saudades vêm em ondas. De quando a quando, transformo-me num espectáculo de marés vivas.

Gostei do espaço.*
Rapunzel disse…
não querida! Já sabes que não há! ;)
Brida disse…
João, "saudade" tem em si tanta "coisa" / deixa em nós tanto...é normal que nos faltem palavras...

M, gosto, imenso. obrigada por (re)lembrares dela :)

Bem-vinda, Mrs. Dalloway :)

rapunzela, eu já suspeitava....:roll:
Marta disse…
Este sim está divinal Brida...

Mensagens populares deste blogue

as palavras. (VII)

sozinha no [meu] sossego do quarto sinto as palavras a redemoinhar à minha volta. vou-as apanhando uma a uma, aconchegando-as em ramalhetes simples, o mais simples possível. chamam-me da sala, onde as palavras dos outros me fazem, por momentos, esquecer a ordem das minhas. pego na caneta e só consigo escrever [vazio]. ponho as minhas coisas debaixo do braço e a meio do corredor já as sinto [às palavras], em pézinhos de lã, a voltarem comigo [para mim].

chave.

procuro a chave do baú pelas gavetas da escrivaninha. sempre escondi as coisas que me resguardam nos sítios mais improváveis. tão incertos que nem eu própria lhes encontro o rasto. a calma transforma-se em ânsia. os dedos inquietos amarfanham, abrem, reviram, retorcem. encontro-a no meio de clips coloridos. tão habilmente escondida. ou tão banal(izada) como eles. clic. rodo-a no cadeado. desliza muito mais ligeira do que os meus sentidos. inspiro. das colunas sai a thunder road em repeat mode: you can hide 'neath your covers, and study your pain, make crosses from your lovers, throw roses in the rain . expiro. e abro a tampa. só queria guardar as coisas que me ficaram de ti. o primeiro batimento cardíaco precipitado. a primeira palavra surpreendida. a primeira nudez envergonhada. (as últimas já não me pertencem. as últimas não pertencem a ninguém). ali. num instante fico rodeada de sorrisos amarelecidos e palavras rasgadas. there were ghosts in the eyes, of all the boys you sent a...

feliz.na.vida[d].

e ... eis que este blog também adere à animação versão natalícia lançada pela thunderlady . e só apareço aqui assim, porque a rapunzel diz que é a minha spitting image : um cachecol ou lenço, a máquina sempre por perto. e os livros (conheço pelo menos uma pessoa que acharia que o mundo estava a acabar se eu não tivesse um livro) perguntam vocês? lembram-se de falar não há muito tempo de embrulhos de cantos muito regulares que deixavam adivinhar o que continham? ah pois. hoje já recebi o primeiro. e inesperado. [thanks ;)]. se a imagem pudesse falar desejar-vos-ia felicidade. hoje, amanhã, no natal, no próximo ano. como não pode, desejo-vos eu por escrito :)